4 de abr de 2015

Amor: a futilidade importante

Vi o vídeo da Karol Pinheiro sobre amor, e tomei iniciativa pra falar sobre algo que queria discutir há algum tempo.
Não vou dizer que já amei. Porque na verdade nem sei. Só sei que já gostei de alguém, e tentei controlar a situação, mas é meio difícil.
Explicar? Tudo bem.


Sempre tem aquela hora que você fica meio iludido com a situação, achando que vai ter um futuro brilhante com alguém, mas fala sério. Isso não é uma certeza em nossas vidas. Principalmente quando você começa a gostar de uma pessoa, e mesmo sabendo que nunca vai dar certo, você continua insistindo nela. Até que ele começa a gostar da sua amiga e não tem mais nada pra fazer, senão chorar ou sei lá. Querer dar um murro nele. Ou nela.
E o pior de tudo é que um sentimento tão fútil consegue tomar conta da nossa cabeça. Sim, nossa cabeça, pois a gente não sente pelo coração. E o que é o sentimento? Tá, isso fica pra depois.
Tantas pessoas morrendo de fome, ou de sede, e a gente no quarto, sofrendo por amor. Sinceramente, acho isso muito ridículo. O que fazer? 
Ainda não descobri. Mas descobrirei algum dia. 
Algo ruim também é se desfazer de um "amor" que foi feito sem querer (que na minha opinião, é o verdadeiro amor). É tão complicado, e tô nessa há algum tempo haha.
E quando você se força a gostar de alguém, e se quebra pra desfazer? Meu Deus, difícil essa. Tô nessa também.
Deu pra perceber que sou meio complexada, né? E acho que quase todo mundo é. Nossa cabeça é tomada por um sentimento cuja importância é tão pequena e tão grande ao mesmo tempo.
Por que existe o amor? Se ele é tão fútil, por que da sua existência? Por que procriar, por que dar continuidade à vida? Será que o amor é um mecanismo necessário pra isso?
Se você  é embarcado com essas perguntas, não se preocupe. Também sou.

Nenhum comentário:

Postar um comentário